NÃO HÁ TAREFA PARA ESTA SEMANA, POIS VOCÊS TÊM AC/TRABALHO A APRESENTAR E PROVA PE.
A TAREFA RETORNA A PARTIR DO DIA 29/05/17
domingo, 21 de maio de 2017
domingo, 14 de maio de 2017
TAREFA - VISTO DIA 19/05/17 - COMPLEMENTO NOMINAL
1)
Marque: ( 1 ) para o adjunto adnominal; ( 2 ) para o complemento nominal.
a) ( ) O
povo não aceita a construção de usinas nucleares.
b) ( ) A folha
do caderno foi arrancada.
c) ( ) Comprei um dicionário de inglês.
d) ( ) A conservação da natureza é uma necessidade.
e) ( ) As luzes do prédio estão apagadas.
f) ( ) Ela tem necessidade de muito amor.
g) ( ) Houve severa proibição ao corte de árvores.
h) ( ) Continua a luta contra poluição.
i) ( ) Existe um órgão de proteção aos índios.
j) ( ) Os queijos de Minas são muito apreciados.
k) ( ) Ainda existem muitos engenhos de cana.
l) ( ) A saudade dos amigos é grande.
m) ( ) Não temos necessidade de auxílio.
n) ( ) Esperamos aprovação em todas as disciplinas.
o) ( ) O Brasil não vende açúcar de beterraba.
p) ( ) Deve haver preocupação com os estudos.
c) ( ) Comprei um dicionário de inglês.
d) ( ) A conservação da natureza é uma necessidade.
e) ( ) As luzes do prédio estão apagadas.
f) ( ) Ela tem necessidade de muito amor.
g) ( ) Houve severa proibição ao corte de árvores.
h) ( ) Continua a luta contra poluição.
i) ( ) Existe um órgão de proteção aos índios.
j) ( ) Os queijos de Minas são muito apreciados.
k) ( ) Ainda existem muitos engenhos de cana.
l) ( ) A saudade dos amigos é grande.
m) ( ) Não temos necessidade de auxílio.
n) ( ) Esperamos aprovação em todas as disciplinas.
o) ( ) O Brasil não vende açúcar de beterraba.
p) ( ) Deve haver preocupação com os estudos.
Consulte a apostila e o caderno para responder.
2- Distinga os complementos nominais dos objetos indiretos.
a. Temos confiança em nossos jogadores.
b. Já organizamos a resistência a qualquer ataque inimigo.
c. Naquela situação difícil recorremos ao diretor.
d. Insisti na proteção ao meio-ambiente.
e. Gostamos de pessoas sinceras.
f. Lembre-se, pelo menos, dos amigos.
g. Fez grandes investimentos em terras.
h. A notícia agradou a todos.
i. O orador fez alusão ao fato.
j. O sertanejo sentia desprezo pelos automóveis.
k. Os retirantes tinham carência de atenção.
l. Era uma ressurreição de cemitérios antigos.
m. Os retirantes careciam de atenção.
n. A água é necessária à vida.
o. Os senhores do engenho refaziam-se da depreciação.
p. Correu a notícia do cão perdido.
q. O Senado votou contrariamente ao interesse nacional.
r. Não se esqueça da lição.
s. Alimentos muito condimentados são prejudiciais à saúde.
BOA SEMANA!!!
DRIKA ♥
domingo, 7 de maio de 2017
TAREFA - VISTO DIA 10/05/17
1- Em relação aos elementos da narrativa desse trecho está CORRETO afirmar que:
a) O foco narrativo está em 1ª pessoa, narrador personagem, pois quem narra a história
é Alice. “Alice pensou, mas não adiantou coisa alguma”
b) O espaço em que ocorrem os fatos não é citado, não é possível saber o lugar.
c) Não há nenhum tipo de descrição de lugar ou de personagem.
d) O tempo de duração é de alguns minutos, o tempo em que durou o encontro entre as
personagens.
e) Não há fala de personagens.
2- Uma das características do gênero conto maravilhoso é o elemento mágico. Nesse trecho, pode-se
afirmar que:
a) O elemento mágico é o bosque, que em determinado trecho faz com que as pessoas esquecem
o nome.
b) O elemento mágico é a Corça, pois ela tem poderes para fazer as pessoas esquecerem os
nomes.
c) O elemento mágico é a roupa da Alice, pois a Corça, ao ser abraçada por ela, esqueceu seu
nome.
d) O elemento mágico é Alice, que ficou invisível.
e) O elemento mágico é a Corça que se transformou em uma criança humana e conversou com
Alice.
3- Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações referentes aos fatos narrados nesse texto:
o A Corça e Alice caminham juntas pelo bosque, como companheiras de viagem. ( )
o A Corça sabia que no lugar em que elas estavam não se lembrariam de seus nomes. Por isso,
convidou Alice para ir um pouco mais a frente. ( )
o Ao final da narrativa, Alice se sentiu frustrada por não ter conseguido se lembrar do seu nome,
e quase chorou ( )
o A Corça ficou assustada ao perceber que Alice era uma criança humana. ( )
A sequência correta é:
a) V-F-F-V.
b) V-F-V-F.
c) F-V-V-V.
d) V-F-V-V
e) V-V-F-V.
4- Em relação ao gênero de discurso, intencionalidade e intertextualidade dos textos 1 e 2, está INCORRETO
o item:
a) O texto 1 pertence a esfera de atividade humana artística, por ser uma criação literária
b) Tanto o texto 1 como o texto 2 têm a intenção de divertir os leitores com uma narrativa que
envolve aventura e emoção.
c) O texto 2 cita a obra de Lewis Carrol para explicar o motivo da escolha do nome do Congresso.
d) O texto 2 pertence a esfera de atividade humana publicitária, jornalística, pois está divulgando
um evento, passando informações sobre ele.
e) O texto 1 foi escrito para jovens, crianças ou pessoas que se interessam por narrativas fantásticas.
No caso do texto 2, o público alvo são pessoas que se interessam por lançamentos
de softweres: professores, educadores, profissionais envolvidos em realidade virtual.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
TAREFA - INTERTEXTUALIDADE - VISTO DIA 03/05/17
Encontre um exemplo de intertextualidade e registre em seu caderno.
Pode ser uma poesia, uma música ou uma imagem.
Assista ao vídeo acima e aprenda um pouco mais.
Beijos e boa semana!
domingo, 23 de abril de 2017
TAREFA - VISTO DIA 26/04/17
FAÇA OS EXERCÍCIOS SOBRE AS VOZES VERBAIS.
CONSULTE SEU CADERNO E SIGA O EXEMPLO.
VISTO DIA 26/04/17
CONSULTE SEU CADERNO E SIGA O EXEMPLO.
VISTO DIA 26/04/17
1. Complete as frases com um pronome reflexivo:
- A criança sujou ______ na terra.
- Eles ____ feriram com o canivete.
- Vou preparar_____ para a viagem.
- Assim nós _____ prejudicamos.
- Os rapazes banhavam____ no rio.
- Tu _____ machucaste?
2- Identifique em que voz (ativa, passiva, reflexiva) está cada oração abaixo:
a) A mãe sacrificou-se pelos filhos.
b) O aluno foi repreendido pelo professor.
c) Estes homens plantaram milho.
d) Considero-me aprovado nos exames.
e) Abriram-se várias escolas.
f) O criminoso matou-se, na prisão.
g) Nós faremos a prova amanhã.
3- Transforme as orações da voz ativa para a voz passiva.
a) Ela despediu a empregada.
b) A empregada serviu o jantar.
c) Teresa regava as plantas.
d) A mãe acariciou o bebê.
e) O carro atropelou o pedestre.
f) Nós recitaremos o poema.
g) Os operários iniciarão a construção da casa.
4- Agora, transforme essas orações da voz passiva para a voz ativa.
a) A valsa foi tocada pelo pianista.
b) A cidade será destruída pelos inimigos.
c) A lavoura foi prejudicada pelos insetos.
d) Esta casa está alugada por meus amigos.
e) Seu livro foi lido por todos os alunos.
f) Esta ordem foi dada pelo diretor.
g) A colega era conhecida por todos.
5- Faça a forma correspondente da voz passiva, usando o verbo mais o pronome “se”:
a) As aulas foram suspensas.
b) Sua ordem foi cumprida.
c) O ladrão foi perseguido.
d) Os rebeldes foram castigados.
e) A boa aluna foi elogiada.
6- Complete corretamente as frases usando uma das formas verbais indicadas entre parêntese:
a) ______ carros em bom estado. (compra-se/compram-se)
b) ______um apartamento no centro da cidade. (vende-se/vendem-se)
c) ______ gritos. (ouvi-se/ouviram-se)
d) ______ todas as luzes. (apagaram-se/apagou-se)
e) ______ o relógio antigo. (consertou-se/ consertaram-se)
7- Transforme as orações da voz passiva para a voz ativa, usando como complemento do verbo o pronome oblíquo correspondente ao sujeito da voz passiva:
Veja como fazer o exercício.
Ele foi elogiado pelo diretor. O diretor o elogiou.
1) Elas foram atendidas pelo presidente.
2) Eles foram expulsos pelo juiz.
3) Ela foi condecorada pelo prefeito.
4) Nós fomos curados pelo médico.
5) Eles foram aplaudidos pelo público.
8- Transforme as orações da voz ativa para a passiva mudando o pronome oblíquo que é complemento do verbo na voz ativa, pelo pronome reto correspondente na voz passiva.
1. O caminhoneiro avisou-nos.
2. Minha amiga convidou-me para jantar.
3. A polícia o procurará.
4. O povo o aclamou.
5. Nós o encontramos na rua.
BOA SEMANA!
DRIKA
domingo, 9 de abril de 2017
TAREFA - INTERTEXTUALIDADE - VISTO DIA 12/04/17
Interpretação de charges | Intertextualidade
Leia as charges a seguir
Texto 1
Texto 2
Texto 1
Texto 2
1. No texto 1, por que o slogan sugerido por um dos personagens poderia constituir uma proposta interessante?
a) Qual é o objetivo do chargista ao produzir esse texto usando o humor?
b) De que forma o chargista emprega a intertextualidade na produção desse texto?
c) Que recurso o autor utiliza na charge para despertar a atenção do leitor em relação ao enunciado do slogan?
2. No texto 2, o produtor remete sua leitura a um conto de fadas antigo, atualizando-o. Em que conto ele se baseia? Esclareça sua resposta.
a) O chargista dialoga com o texto-fonte, criando uma relação intertextual de caráter humorístico entre o conto original e a charge. Explique como o autor trabalhou o humor nessa paródia.
b) A charge é um gênero textual, cujo conteúdo expressa, em geral, uma crítica social ou política. Qual é a crítica feita pelo autor nesse texto?
EXEMPLO DE INTERTEXTUALIDADE
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou
como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência,
e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria...
(Bíblia, I Coríntios 13)
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente; soneto 11 de Luiz Vaz de Camões (Rimas)
Intertextualidade com Bíblia, I Coríntios 13 e soneto 11 de Luiz Vaz de Camões
Monte Castelo
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja Ou se envaidece...
O amor é o fogo
Que arde sem se ver
É ferida que dói
E não se sente
É um contentamento
Descontente
É dor que desatina sem doer...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É um não querer
Mais que bem querer
É solitário andar
Por entre a gente
É um não contentar-se
De contente
É cuidar que se ganha
Em se perder...
É um estar-se preso
Por vontade
É servir a quem vence
O vencedor
É um ter com quem nos mata
A lealdade
Tão contrário a si
É o mesmo amor...
Estou acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
(Renato Russo – Legião Urbana, “As quatro estações”, 1989.)
domingo, 2 de abril de 2017
TAREFA PARA O DIA 05/04/17
TAREFA - VISTO DIA 05/04/17


UM APÓLOGO - MACHADO DE ASSIS - ATIVIDADES SOBRE O TEXTO
Um Apólogo
Machado de Assis
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.
DEPOIS DE LER O TEXTO, FAÇA O QUE SE PEDE.
1- O QUE É UM APÓLOGO? CONSULTE O DICIONÁRIO. DE ACORDO COM O SIGNIFICADO DADO À PALAVRA, VOCÊ CONHECE ALGUM OUTRO APÓLOGO? QUAL?
2- RELACIONE AS COLUNAS, USE O DICIONÁRIO, SE NECESSÁRIO.
A- SUBALTERNO ( ) CÃO PERNALTO E ESGUIO PRÓPRIO PARA A CAÇA
DE LEBRES,É O MAIS RÁPIDO DOS CÃES;
B- OBSCURO ( ) COSTURO;
C- ÍNFIMO ( ) AQUELES QUE ABREM CAMINHO;
D- COSER ( )DE QUALIDADE MÉDIA OU INFERIOR, VULGAR, COMUM
E- GALGO ( ) MUITO PEQUENO,INFERIOR, VULGAR,O MAIS
BAIXO DE TODOS;
F- MELANCOLIA ( ) SUBORDINADO, INFERIOR, SECUNDÁRIO;
G- ALTIVA ( ) ORGULHOSO, ARROGANTE, VAIDOSO;
H- BATEDORES ( ) ABATIMENTO, DESÂNIMO, TRISTEZA;
I- ORDINÁRIA ( )SOMBRIO, POUCO CONHECIDO,INDECIFRÁVEL.
3- “ERA UMA VEZ” PODE SER SUBSTITUÍDA POR QUAL OUTRA EXPRESSÃO DE SEMELHANTE SIGNIFICADO? NORMALMENTE QUE TIPO DE NARRATIVA INICIA-SE COM ESSA EXPRESSÃO?
4- A EXPRESSÃO “AGULHA NÃO TEM CABEÇA” NA LINGUAGEM CONOTATIVA PODE SER ENTENDIDA COMO: ______________________________
5- DE ACORDO COM O TEXTO, O QUE SIGNIFICA: “DAR FEIÇÃO AOS BABADOS”?
________________________________________________
6- QUAL O TEMA DISCUTIDO NO TEXTO? ASSINALE A(S) ALTERNATIVA(S) CORRETA(S).
( ) O ORGULHO; ( ) A VAIDADE; ( ) A HUMILDADE; ( ) A MODÉSTIA; ( ) A BONDADE; ( ) A SIMPLICIDADE; ( ) EGOÍSMO; ( ) PREPOTÊNCIA.
7- DEPOIS DE RELER O TEXTO ATENTAMENTE, DIGA:
A- QUE TIPO DE NARRADOR O TEXTO APRESENTA? ATENTE PARA POSSÍVEL MUDANÇA DE FOCO NARRATIVO. JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA.
B- ESPAÇO TEMPORAL ( QUANDO): ________________________________
_____________________________________________________________
C- PERSONAGENS: ____________________________________________
D- ESPAÇO FÍSICO (ONDE): ___________________________________
____________________________________________________________
E- FOI UTILIZADO O DISCURSO DIRETO? COMPROVE. _____________
__________________________________________________________
8- DE ACORDO COM O TEXTO, QUEM ERA ORGULHOSA E POR QUE O ERA?
9- “SILENCIOSA E ALTIVA” SÃO QUALIDADES ATRIBUÍDAS A QUEM?
10- HÁ, NO TEXTO, USO DE VOCATIVO? COMPROVE SUA RESPOSTA COM UM TRECHO DO TEXTO, CASO SUA RESPOSTA SEJA POSITIVA.
11- RETIRE DO TEXTO, A ONOMATOPEIA UTILIZADA PELO AUTOR E DIGA O QUE ELA ESTÁ REPRESENTANDO.
12- IDENTIFIQUE:
A- A PERSONAGEM QUE JULGA O TRABALHO IMPORTANTE, POIS É NELE QUE ESTÁ O SENTIDO DE SUA VIDA:______________________________
B- A PERSONAGEM CUJO INTERESSE É O RESULTADO DO TRABALHO, OS ELOGIOS, FESTAS, O GLAMOUR:_________________________________________________________
C- PERSONAGEM QUE SE AUTO AFIRMA INTELIGENTE:______________
13- QUEM DE FATO É POSSUIDOR DO FAZER, QUE COMANDA O PROCESSO DE PRODUÇÃO:
( ) A AGULHA; ( ) A LINHA; ( ) A COSTUREIRA.
( ) A AGULHA; ( ) A LINHA; ( ) A COSTUREIRA.
14- AGULHA, LINHA, BARONESA, COSTUREIRA: ESTABELEÇA TRAÇOS COMUNS ÀS PERSONAGENS MENCIONADAS.
15- QUANTO AO “PROFESSOR DE MELANCOLIA”, PODEMOS CONCLUIR QUE ELE:
( ) ESTAVA SEMPRE SE DANDO MAL; ( ) QUE ERA FREQUENTEMENTE PASSADO PARA TRÁS; ( ) SENTIA-SE INJUSTIÇADO; ( ) RECEBIA O RECONHECIMENTO QUE JULGAVA MERECER; ( ) ERA FELIZ PORQUE TINHA SEU TRABALHO VALORIZADO.
16- LINHA E AGULHA ERAM SEMELHANTES PORQUE:
( ) AMBAS ERAM HUMILDES; ( ) AMBAS ERAM ORGULHOSAS; ( ) AMBAS ERAM TRABALHADORAS; ( ) AMBAS ERAM VAIDOSAS.
17- O QUE VOCÊ ACHA QUE SIGNIFICA “SERVIR DE AGULHA PARA MUITA LINHA ORDINÁRIA”?
BOA SEMANA, WALKERS ♥
DRIKA.
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