domingo, 21 de maio de 2017

TAREFA

NÃO HÁ TAREFA PARA ESTA SEMANA, POIS VOCÊS TÊM AC/TRABALHO A APRESENTAR E PROVA PE.

A TAREFA RETORNA A PARTIR DO DIA 29/05/17

domingo, 14 de maio de 2017

TAREFA - VISTO DIA 19/05/17 - COMPLEMENTO NOMINAL

1) Marque:   ( 1 ) para o adjunto adnominal;   ( 2 ) para o complemento nominal.

a) (    ) O povo não aceita a construção  de usinas nucleares.

b) (    ) A folha  do caderno  foi arrancada.
c) (    ) Comprei um dicionário  de inglês.
d) (    ) A conservação  da natureza  é uma necessidade.
e) (    ) As luzes  do prédio  estão apagadas.
f) (    ) Ela tem necessidade de muito amor.
g) (    ) Houve severa proibição  ao corte  de árvores.
h) (    ) Continua a luta contra  poluição.
i) (    ) Existe um órgão de proteção aos índios.
j) (    ) Os queijos de Minas são muito apreciados.
k) (    ) Ainda existem muitos engenhos de cana.
l) (     ) A saudade dos amigos é grande.
m) (    ) Não temos necessidade de auxílio.
n) (    ) Esperamos aprovação em todas as disciplinas.
o) (    ) O Brasil não vende açúcar de beterraba.
p) (   ) Deve haver preocupação com os estudos.
Consulte a apostila e o caderno para responder.
2- Distinga os complementos nominais dos objetos indiretos.
a. Temos confiança em nossos jogadores.
b. Já organizamos a resistência a qualquer ataque inimigo.
c. Naquela situação difícil recorremos ao diretor.
d. Insisti na proteção ao meio-ambiente.
e. Gostamos de pessoas sinceras.
f. Lembre-se, pelo menos, dos amigos.
g. Fez grandes investimentos em terras.
h. A notícia agradou a todos.
i. O orador fez alusão ao fato.
j. O sertanejo sentia desprezo pelos automóveis.
k. Os retirantes tinham carência de atenção.
l. Era uma ressurreição de cemitérios antigos.
m. Os retirantes careciam de atenção.
n. A água é necessária à vida.
o. Os senhores do engenho refaziam-se da depreciação.
p. Correu a notícia do cão perdido.
q. O Senado votou contrariamente ao interesse nacional.
r. Não se esqueça da lição.
s. Alimentos muito condimentados são prejudiciais à saúde.

BOA SEMANA!!!
DRIKA ♥

domingo, 7 de maio de 2017

TAREFA - VISTO DIA 10/05/17


1- Em relação aos elementos da narrativa desse trecho está CORRETO afirmar que: 

a) O foco narrativo está em 1ª pessoa, narrador personagem, pois quem narra a história é Alice. “Alice pensou, mas não adiantou coisa alguma” 

b) O espaço em que ocorrem os fatos não é citado, não é possível saber o lugar. 

 c) Não há nenhum tipo de descrição de lugar ou de personagem. 

d) O tempo de duração é de alguns minutos, o tempo em que durou o encontro entre as personagens. 

e) Não há fala de personagens.

2-  Uma das características do gênero conto maravilhoso é o elemento mágico. Nesse trecho, pode-se afirmar que: 

a) O elemento mágico é o bosque, que em determinado trecho faz com que as pessoas esquecem o nome. 

b) O elemento mágico é a Corça, pois ela tem poderes para fazer as pessoas esquecerem os nomes. 

c) O elemento mágico é a roupa da Alice, pois a Corça, ao ser abraçada por ela, esqueceu seu nome. 

d) O elemento mágico é Alice, que ficou invisível. 

e) O elemento mágico é a Corça que se transformou em uma criança humana e conversou com Alice.

3- Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações referentes aos fatos narrados nesse texto: 

o A Corça e Alice caminham juntas pelo bosque, como companheiras de viagem. ( ) 
o A Corça sabia que no lugar em que elas estavam não se lembrariam de seus nomes. Por isso, convidou Alice para ir um pouco mais a frente. ( ) 
o Ao final da narrativa, Alice se sentiu frustrada por não ter conseguido se lembrar do seu nome, e quase chorou ( ) 
o A Corça ficou assustada ao perceber que Alice era uma criança humana. ( ) 

A sequência correta é: 

a) V-F-F-V. 
b) V-F-V-F. 
c) F-V-V-V. 
d) V-F-V-V 
e) V-V-F-V.


4-  Em relação ao gênero de discurso, intencionalidade e intertextualidade dos textos 1 e 2, está INCORRETO o item: 

a) O texto 1 pertence a esfera de atividade humana artística, por ser uma criação literária 

 b) Tanto o texto 1 como o texto 2 têm a intenção de divertir os leitores com uma narrativa que envolve aventura e emoção. 

c) O texto 2 cita a obra de Lewis Carrol para explicar o motivo da escolha do nome do Congresso. 

d) O texto 2 pertence a esfera de atividade humana publicitária, jornalística, pois está divulgando um evento, passando informações sobre ele. 

e) O texto 1 foi escrito para jovens, crianças ou pessoas que se interessam por narrativas fantásticas. No caso do texto 2, o público alvo são pessoas que se interessam por lançamentos de softweres: professores, educadores, profissionais envolvidos em realidade virtual.








segunda-feira, 1 de maio de 2017

TAREFA - INTERTEXTUALIDADE - VISTO DIA 03/05/17



Encontre um exemplo de intertextualidade e registre em seu caderno. 
Pode ser uma poesia, uma música ou uma imagem.

Assista ao vídeo acima e aprenda um pouco mais.

Beijos e boa semana!



domingo, 23 de abril de 2017

TAREFA - VISTO DIA 26/04/17

FAÇA OS EXERCÍCIOS SOBRE AS VOZES VERBAIS.
CONSULTE SEU CADERNO E SIGA O EXEMPLO.
VISTO DIA 26/04/17



1. Complete as frases com um pronome reflexivo:
  1. A criança sujou ______ na terra.
  2. Eles ____ feriram com o canivete.
  3. Vou preparar_____ para a viagem.
  4. Assim nós _____ prejudicamos.
  5. Os rapazes banhavam____ no rio.
  6. Tu _____ machucaste?
2-  Identifique em que voz (ativa, passiva, reflexiva) está cada oração abaixo:
a) A mãe sacrificou-se pelos filhos.
b) O aluno foi repreendido pelo professor.
c) Estes homens plantaram milho.
d) Considero-me aprovado nos exames.
e) Abriram-se várias escolas.
f) O criminoso matou-se, na prisão.
g) Nós faremos a prova amanhã.
3-  Transforme as orações da voz ativa para a voz passiva.
a) Ela despediu a empregada.
b) A empregada serviu o jantar.
c) Teresa regava as plantas.
d) A mãe acariciou o bebê.
e) O carro atropelou o pedestre.
f) Nós recitaremos o poema.
g) Os operários iniciarão a construção da casa.
4- Agora, transforme essas orações da voz passiva para a voz ativa.
a) A valsa foi tocada pelo pianista.
b) A cidade será destruída pelos inimigos.
c) A lavoura foi prejudicada pelos insetos.
d) Esta casa está alugada por meus amigos.
e) Seu livro foi lido por todos os alunos.
f) Esta ordem foi dada pelo diretor.
g) A colega era conhecida por todos.
5- Faça a forma correspondente da voz passiva, usando o verbo mais o pronome “se”:
a)     As aulas foram suspensas.
b)     Sua ordem foi cumprida.
c)     O ladrão foi perseguido.
d)     Os rebeldes foram castigados.
e)     A boa aluna foi elogiada.
6- Complete corretamente as frases usando uma das formas verbais indicadas entre parêntese:
a)     ______ carros em bom estado. (compra-se/compram-se)
b)     ______um apartamento no centro da cidade. (vende-se/vendem-se)
c)     ______ gritos. (ouvi-se/ouviram-se)
d)     ______ todas as luzes. (apagaram-se/apagou-se)
e)     ______ o relógio antigo. (consertou-se/ consertaram-se)
7- Transforme as orações da voz passiva para a voz ativa, usando como complemento do verbo o pronome oblíquo correspondente ao sujeito da voz passiva:
Veja como fazer o exercício.
Ele foi elogiado pelo diretor.     O diretor o elogiou.
1) Elas foram atendidas pelo presidente.
2) Eles foram expulsos pelo juiz.
3) Ela foi condecorada pelo prefeito.
4) Nós fomos curados pelo médico.
5) Eles foram aplaudidos pelo público.
8- Transforme as orações da voz ativa para a passiva mudando o pronome oblíquo que é complemento do verbo na voz ativa, pelo pronome reto correspondente na voz passiva.
1. O caminhoneiro avisou-nos.
2. Minha amiga convidou-me para jantar.
3. A polícia o procurará.
4. O povo o aclamou.
5. Nós o encontramos na rua.

BOA SEMANA!
DRIKA

domingo, 9 de abril de 2017

TAREFA - INTERTEXTUALIDADE - VISTO DIA 12/04/17

Interpretação de charges | Intertextualidade

Leia as charges a seguir

Texto 1
Texto 2



1. No texto 1, por que o slogan sugerido por um dos personagens poderia constituir uma proposta interessante? 

a) Qual é o objetivo do chargista ao produzir esse texto usando o humor? 
b) De que forma o chargista emprega a intertextualidade na produção desse texto? 
c) Que recurso o autor utiliza na charge para despertar a atenção do leitor em relação ao enunciado do slogan? 

2. No texto 2, o produtor remete sua leitura a um conto de fadas antigo, atualizando-o. Em que conto ele se baseia? Esclareça sua resposta. 

a) O chargista dialoga com o texto-fonte, criando uma relação intertextual de caráter humorístico entre o conto original e a charge. Explique como o autor trabalhou o humor nessa paródia. 
b) A charge é um gênero textual, cujo conteúdo expressa, em geral, uma crítica social ou política. Qual é a crítica feita pelo autor nesse texto? 

EXEMPLO DE INTERTEXTUALIDADE



Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou 
como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, 
e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria... 
(Bíblia, I Coríntios 13)
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente; soneto 11 de Luiz Vaz de Camões (Rimas)     
 Intertextualidade com Bíblia, I Coríntios 13 e soneto 11 de Luiz Vaz de Camões
Monte Castelo

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja Ou se envaidece...
O amor é o fogo
Que arde sem se ver
É ferida que dói
E não se sente
É um contentamento
Descontente
É dor que desatina sem doer...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É um não querer
Mais que bem querer
É solitário andar
Por entre a gente
É um não contentar-se
De contente
É cuidar que se ganha
Em se perder...
É um estar-se preso
Por vontade
É servir a quem vence
O vencedor
É um ter com quem nos mata
A lealdade
Tão contrário a si
É o mesmo amor...
Estou acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
(Renato Russo – Legião Urbana, “As quatro estações”, 1989.)











domingo, 2 de abril de 2017

TAREFA PARA O DIA 05/04/17

TAREFA - VISTO DIA 05/04/17
Resultado de imagem para atividades apólogo machado de assis

UM APÓLOGO - MACHADO DE ASSIS - ATIVIDADES SOBRE O TEXTO

Um Apólogo

Machado de Assis

    Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
    — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
    — Deixe-me, senhora.
    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
    — Que cabeça, senhora?  A senhora não é alfinete, é agulha.  Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
    — Mas você é orgulhosa.
    — Decerto que sou.
    — Mas por quê?
    — É boa!  Porque coso.  Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
    — Você?  Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
    — Também os batedores vão adiante do imperador.
    — Você é imperador?
    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
    Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela.    Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.  Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
    — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco?  Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
    A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

    Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
    — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas?  Vamos, diga lá.
    Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
    — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
    Contei  esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
    — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.


DEPOIS DE LER O TEXTO, FAÇA O QUE SE PEDE.

1- O QUE É UM APÓLOGO? CONSULTE O DICIONÁRIO. DE ACORDO COM O SIGNIFICADO DADO À PALAVRA, VOCÊ CONHECE ALGUM OUTRO APÓLOGO? QUAL?

2- RELACIONE AS COLUNAS, USE O DICIONÁRIO, SE NECESSÁRIO.
A- SUBALTERNO        (    ) CÃO PERNALTO E ESGUIO PRÓPRIO PARA A CAÇA
                                        DE LEBRES,É O MAIS RÁPIDO DOS CÃES;
B- OBSCURO              (    ) COSTURO;
C- ÍNFIMO                  (    ) AQUELES QUE ABREM CAMINHO;

D- COSER                    (    )DE QUALIDADE MÉDIA OU INFERIOR, VULGAR, COMUM
E- GALGO                    (    ) MUITO PEQUENO,INFERIOR, VULGAR,O MAIS
                                        BAIXO DE TODOS;
F- MELANCOLIA        (    ) SUBORDINADO, INFERIOR, SECUNDÁRIO;
G- ALTIVA                   (    ) ORGULHOSO, ARROGANTE, VAIDOSO;
H- BATEDORES          (     ) ABATIMENTO, DESÂNIMO, TRISTEZA;
I- ORDINÁRIA            (     )SOMBRIO, POUCO CONHECIDO,INDECIFRÁVEL.

3- “ERA UMA VEZ” PODE SER SUBSTITUÍDA POR QUAL OUTRA EXPRESSÃO DE SEMELHANTE SIGNIFICADO? NORMALMENTE QUE TIPO DE NARRATIVA INICIA-SE COM ESSA EXPRESSÃO?


4- A EXPRESSÃO “AGULHA NÃO TEM CABEÇA” NA LINGUAGEM CONOTATIVA PODE SER ENTENDIDA COMO: ______________________________

5- DE ACORDO COM O TEXTO, O QUE SIGNIFICA: “DAR FEIÇÃO AOS BABADOS”?
________________________________________________

6- QUAL O TEMA DISCUTIDO NO TEXTO? ASSINALE A(S) ALTERNATIVA(S) CORRETA(S).
(     ) O ORGULHO; (     ) A VAIDADE;   (     ) A HUMILDADE;  (     ) A MODÉSTIA; (    ) A BONDADE;  (    ) A SIMPLICIDADE;  (    ) EGOÍSMO; (    ) PREPOTÊNCIA.

7-  DEPOIS DE RELER O TEXTO ATENTAMENTE, DIGA:
A-  QUE TIPO DE NARRADOR O TEXTO APRESENTA? ATENTE PARA POSSÍVEL MUDANÇA DE FOCO NARRATIVO. JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA.

B- ESPAÇO TEMPORAL ( QUANDO): ________________________________
_____________________________________________________________
C- PERSONAGENS: ____________________________________________
D- ESPAÇO FÍSICO (ONDE): ___________________________________
____________________________________________________________
E- FOI UTILIZADO O DISCURSO DIRETO? COMPROVE. _____________
__________________________________________________________

8- DE ACORDO COM O TEXTO, QUEM ERA ORGULHOSA E POR QUE O ERA?

9- “SILENCIOSA E ALTIVA” SÃO QUALIDADES ATRIBUÍDAS A QUEM?

10- HÁ, NO TEXTO, USO DE VOCATIVO? COMPROVE SUA RESPOSTA COM UM TRECHO DO TEXTO, CASO SUA RESPOSTA SEJA POSITIVA.

11- RETIRE DO TEXTO, A ONOMATOPEIA UTILIZADA PELO AUTOR E DIGA O QUE ELA ESTÁ REPRESENTANDO.

12- IDENTIFIQUE:
A-  A PERSONAGEM QUE JULGA O TRABALHO IMPORTANTE, POIS É NELE QUE ESTÁ O SENTIDO DE SUA VIDA:______________________________
B- A PERSONAGEM CUJO INTERESSE É O RESULTADO DO TRABALHO, OS ELOGIOS, FESTAS, O GLAMOUR:_________________________________________________________
C- PERSONAGEM QUE SE AUTO AFIRMA INTELIGENTE:______________

13- QUEM DE FATO É POSSUIDOR DO FAZER, QUE COMANDA O PROCESSO DE PRODUÇÃO:
(    ) A AGULHA; (   ) A LINHA; (   ) A COSTUREIRA.
14- AGULHA, LINHA, BARONESA, COSTUREIRA: ESTABELEÇA TRAÇOS COMUNS ÀS PERSONAGENS MENCIONADAS.

15- QUANTO AO “PROFESSOR DE MELANCOLIA”, PODEMOS CONCLUIR QUE ELE:
(    ) ESTAVA SEMPRE SE DANDO MAL; (    ) QUE ERA FREQUENTEMENTE PASSADO PARA TRÁS;   (     ) SENTIA-SE INJUSTIÇADO;  (     ) RECEBIA O RECONHECIMENTO QUE JULGAVA MERECER;  (     ) ERA FELIZ PORQUE TINHA SEU TRABALHO VALORIZADO.

16- LINHA E AGULHA ERAM SEMELHANTES PORQUE:
(    ) AMBAS ERAM HUMILDES; (    ) AMBAS ERAM ORGULHOSAS; (    ) AMBAS ERAM TRABALHADORAS;  (     ) AMBAS ERAM VAIDOSAS.

17- O QUE VOCÊ ACHA QUE SIGNIFICA “SERVIR DE AGULHA PARA MUITA LINHA ORDINÁRIA”?



BOA SEMANA, WALKERS ♥
DRIKA.